Definição:
Encontramos em O Livro dos
Espíritos (1.857), na Parte Segunda, que trata do Mundo Espírita ou Mundo dos
Espíritos, no Capítulo Primeiro – Dos Espíritos, subtítulo Origem e Natureza
dos Espíritos, a questão n.º 76, que nos traz uma definição a respeito dos
Espíritos:
"Que definição se pode dar
dos Espíritos?
R. Pode dizer-se que os Espíritos
são os seres inteligentes da criação. Povoam o Universo, fora do mundo
material."
Afim de proporcionar um melhor
entendimento, Kardec emite após esta resposta, a seguinte nota: - a palavra
Espírito é empregada aqui para designar a individualidade dos seres extracorpóreos
e não mais o elemento inteligente universal.
Essa nota foi inserida no sentido
de proporcionar um novo entendimento a respeito do Espírito, pois até então, de
acordo com a questão n.º 23, eles eram considerados como "o princípio inteligente
do Universo".
Criação por Deus:
Os Espíritos são seres distintos
da Divindade, são sua obra, precisamente como a máquina o é do homem que o
fabrica. A máquina é obra do homem, não é o próprio homem. O mesmo se dá com
relação a Deus: somos seus filhos, pois que somos obra sua. (referência –
questão 77 de O Livro dos Espíritos).
Princípio dos Espíritos:
Os Espíritos tiveram princípio,
pois são criações de Deus; submetidos à sua vontade. Deus existe de toda
eternidade, isso é incontestável; mas quando e como ele criou, não o sabemos.
Os Espíritos são
individualizações do princípio inteligente, como os corpos são individualizações
do princípio material; a época e a
maneira dessa formação é que desconhecemos.
Atributo
do Espírito - Incorporiedade:
Na questão 82 de O Livro dos
Espíritos, é indagado se eles são Imateriais, e a resposta é no seguinte
sentido:
"Como se pode definir uma
coisa, quando faltam termos de comparação e com uma linguagem deficiente? Pode
um cego de nascença definir a luz? Imaterial não é bem o termo; incorpóreo seria
mais exato, pois deves compreender que, sendo uma criação, o Espírito há de ser
alguma coisa. É a matéria quintessenciada, mas sem analogia para vós outros, e
tão etérea que escapa inteiramente ao alcance dos vossos sentidos."
Complementa Kardec:
"Dizemos que os Espíritos
são imateriais, porque, pela sua essência, diferem de tudo o que conhecemos sob
o nome de matéria. Um povo de cegos careceria de termos para exprimir a luz e
seus efeitos. O cego de nascença se julga capaz de todas as percepções pelo
ouvido, pelo olfato, pelo paladar e pelo tato. Não compreende as idéias que só
lhe poderiam ser dadas pelo sentido que lhe falta. Nós outros somos verdadeiros
cegos com relação à essência dos seres sobre-humanos. Não os podemos definir
senão por meio de comparações sempre imperfeitas, ou por um esforço da
imaginação.
Da Natureza dos Espíritos:
A natureza dos Espírito não é a
mesma da matéria. A posição da doutrina Espírita é bem
definida quanto à origem do
espírito e da matéria. No capítulo XI,
número 6 de A Gênese (Quinto livro da
Codificação – 1.868), é desenvolvido o seguinte raciocínio: "O Princípio Espiritual
teria sua fonte no Elemento Cósmico Universal? não seria apenas uma transformação,
um modo de existência deste elemento, como a luz, a eletricidade, o calor,
etc.?
R - Se assim fosse, o Princípio
Espiritual passaria pelas vicissitudes da matéria; extinguir-se-ia pela desagregação
como o princípio vital; o ser inteligente só teria uma existência momentânea como
o corpo e com a morte voltaria para o nada, ou - o que viria a dar no mesmo -
para o todo universal. seria, numa palavra, a sanção das doutrinas
materialistas".
Sobre o que não paira menor
dúvida é a união do Princípio Espiritual à matéria, e, em estágio mais
avançados, já o Espírito individualizado, que se serve da matéria como elemento
indispensável ao seu progresso... e, como bem nos ensina a resposta da questão
540, de O Livro dos Espíritos: "é assim que tudo serve, que tudo se
encadeia na Natureza, desde o átomo primitivo até o arcanjo, que também começou
por ser átomo. Admirável lei de harmonia, que o vosso acanhado espírito ainda
não pode apreender em seu conjunto.
Mundo Normal Primitivo:
Encontramos em O Livro dos
Espíritos, ainda na Parte Segunda, Capítulo Primeiro, nas questões 84 à 87, esclarecimentos
relacionados com o Mundo Normal Primitivo.
84. Os Espíritos constituem um
mundo à parte, fora daquele que vemos?
"Sim, o mundo dos Espíritos,
ou das inteligências incorpóreas."
85. Qual dos dois, o mundo
espírita ou o mundo corpóreo, é o principal, na ordem das coisas?
"O mundo espírita, que preexiste
e sobrevive a tudo."
86. O mundo corporal poderia
deixar de existir, ou nunca ter
existido, sem que isso alterasse a essência do mundo
espírita?
"Decerto. Eles são
independentes; contudo, é incessante a correlação entre ambos, porquanto um sobre
o outro incessantemente reagem."
87. Ocupam os Espíritos uma
região determinada e circunscrita no espaço?
"Estão por toda parte.
Povoam infinitamente os espaços infinitos. Tendes muitos deles de contínuo a
vosso lado, observando-vos e sobre vós atuando, sem o perceberdes, pois que os Espíritos
são uma das potências da Natureza e os instrumentos de que Deus se serve para execução
de Seus desígnios providenciais. Nem todos, porém, vão a toda parte, por isso
que há regiões interditas aos menos adiantados."
A Alma Humana
Foram inúmeras as concepções
sobre a Alma Humana no decorrer do tempo. A divergência de opiniões decorre da aplicação particular que
cada um dá a esse termo.
Concepção Materialista: A Alma é
concebida como (com) o princípio da vida material orgânica.
Seria efeito e não causa. Do
funcionamento do corpo resultaria a alma como efeito.
Concepção Panteísta: A Alma
Universal seria Deus, a distribuir centelhas pêlos diversos seres, voltando
estes, após a morte, a se confundirem com o todo.
Concepção Espiritualista: A Alma
é eterna, independente do corpo e sede dos fenômenos psicológicos. É
interpretada como não sendo preexistente, limitando o ser a única existência com
destino irrevogável.
Concepção Espírita: Após a
demonstração de um Mundo Espiritual Primitivo através das manifestações dos
Espíritos revelando o que são, sua natureza e destino, o Espiritismo nos trouxe
uma definição da alma com extrema clareza.
Na Parte Segunda, Capítulo
Segundo – Da Encarnação dos Espíritos, subtítulo A Alma, de O Livro dos
Espíritos, encontramos a seguinte indagação na questão 134:
Que é a alma?
"Um Espírito
encarnado."
a) - Que era a alma antes de se
unir ao corpo?
"Espírito."
b) - As almas e os Espíritos são,
portanto, idênticos, a mesma coisa?
"Sim, as almas não são senão
os Espíritos. Antes de se unir ao corpo, a alma é um dos seres inteligentes que
povoam o mundo invisível, os quais temporariamente revestem um invólucro carnal
para se purificarem e esclarecerem."
Alma é um ser real, individual,
independente, autônomo e que sobrevive ao corpo. tem ela por objeto o crescer
em conhecimento e virtudes até tornar-se espírito puro e não mais necessitar de
reencarnação.
Idéias
da Sobrevivência da Alma através dos tempos
As crenças na imortalidade da
alma foram generalizadas entre os povos da antigüidade.
A universalidade dessa crença
pode ser explicada pela intuição que os Espíritos trazem ao reencarnar, sobre
sua preexistência.
Durante a vida corpórea são
comuns experiências de comunicação com parentes desencarnados, seja durante a
vigília ou durante o desprendimento natural (emancipação da alma) pelo sono, ou
ainda através da observação continuada de que, apesar da decomposição dos
despojos, o mesmo ser reaparece e demostra que continua a viver.
A partir da intuição e vivências
reafirma-se a crença em uma outra existência após a morte do corpo físico.
A concepção da alma, não teve a
sua origem com a Doutrina Espírita, muito pelo contrário, já era conhecida
desde a mais remota antigüidade. Vejamos alguns exemplos:
VEDAS:
De acordo com os Vedas, que em
sânscrito quer dizer: "Visão, Conhecimento" – e que significa o nome
genérico dado a toda literatura da época, formando a base das religiões hindus
(datam de aproximadamente cinco mil anos antes de Cristo), já era ensinado que
a alma é imortal e reencarna sucessivamente até atingir a perfeição.
Essas obras constituem a
"Bíblia da Índia" e nela encontram-se preciosos ensinos espiritualistas,
como a comunicabilidade dos Espíritos, a reencarnação, a pluralidade dos mundos,
além de sábios conselhos, muitos deles semelhantes aos que nos foram legados
pelo Cristo.
KRISHNA:
Foi o grande inspirador das
crenças dos hindus.
Através de sua doutrina,
verificamos que a imortalidade da alma, as vidas sucessivas, a lei de causa e
efeito, além de elevada moral baseada no amor, faziam parte de seus ensinos.
"O corpo – dizia ele –
envoltório da alma que aí faz sua morada, é uma coisa finita; porém a alma que
o habita é imortal, imponderável e eterna".
"Como a gente tira do corpo
as roupas usadas e as substitui por outras novas e melhores, assim, também, o habitante do
corpo, tendo abandonado a velha morada mortal, entra em outra nova e recém
preparada para ele.
Esses ensinos nos mostram a
imortalidade da alma e a reencarnação, como princípios básicos, e que a vida do
corpo é transitória.
BUDA:
Há 560 anos antes de cristo,
nascia Siddarta Gautama, da família dos Sakyas e de Maya filho de reis.
Renunciou às grandezas, à vida
faustosa para isolar-se nas florestas, às margens dos grandes rios asiáticos,
em profunda meditação e estudo, durante sete anos, reaparecendo, depois, para pregar
a necessidade de se praticar o bem, porque "o bem – dizia ele – é o fim
supremo da natureza".
Após a iluminação recebe o título
de Buddha. Ele, como krishna, se fundamenta nos Vedas, adequando ao momento,
suas doutrinas sobre a imortalidade da alma e renascimentos.
Exemplo de um de seus
ensinamentos que demonstra ensinamentos sobre a imortalidade da alma, a
reencarnação e a lei de causa e efeito.
"O que é que julgais, ó
discípulo, seja maior: a água do vasto oceano, ou as lágrimas que vertestes,
quando, na longa jornada, erraste ao acaso, de renascimento em renascimento, unidos
àquilo que odiastes, separados daquilo que amastes? Uma vida curta, uma vida
longa, um estado mórbido, uma boa saúde, o poder, a fraqueza, a fortuna, a
pobreza, a ciência, a ignorância... tudo isso depende de atos cometidos em
anteriores existências."
EGÍPCIOS:
Entre os egípcios, a crença na
imortalidade da alma era tão forte que os levaram a desenvolver a Geometria e
Arquitetura, construindo suas famosas pirâmides e estátuas.
Entre os livros de Hermes
Trimegisto, encontramos O Livro dos Mortos, onde estão representadas as viagens
da alma após a morte.
CHINESES:
Desde épocas remotas existia
entre os chineses o Culto dos Espíritos e prestavam honras ao Espírito dos
antepassados. Os pensadores que se destacaram foram: Lao Tsé e Confúcio.
Confúcio encontrou no Templo da
Luz a seguinte inscrição: "Falando ou agindo, não penses, embora te aches
só que não és visto e nem ouvido, os Espíritos são testemunhas de tudo".
GREGOS:
Os Gregos herdaram as tradições
do Oriente, iniciando a Europa na sabedoria material e espiritual, há 2.500 anos
aproximadamente.
Pitágoras (570-496 a .C.) foi o forjador da
Civilização Ocidental e conhecia os mistérios iniciáticos do Egito, Pérsia e
Índia.
Os Gregos acreditavam na
individualidade após a morte e no princípio espiritual preexistente ao nascimento
e sobrevivente à morte.
Sócrates e Platão continuaram a
obra de Pitágoras. em suas doutrinas. Segundo Allan Kardec, encontramos nessas
doutrinas os princípios fundamentais do Espiritismo. Foram os precursores das
idéias cristãs e, consequentemente, do Espiritismo.
Os Gauleses, tinham tão grande
certeza na vida futura que se encaminhavam para a morte como para uma festa, e
consideravam covardia usar de astúcia na guerra.
Os Essênios, grupo de iniciados
do Vale do Nilo, ensinavam a pequeno número de adeptos leis superiores do
Universo como a imortalidade da alma e preexistência.
No Antigo e Novo Testamento encontramos inúmeras
referências à imortalidade, comunicação e reencarnação dos Espíritos. são os
profetas inspirados e orientados por seres espirituais.
Jesus ensinou, em muitas
passagens do Evangelho, sobre a imortalidade e reenarnação.
Os primeiros cristãos
comunicavam-se com os Espíritos, existindo referência nos "Atos dos Apóstolos" (escrito por
Lucas).
Quanto às comunicações
espirituais, houveram grandes perseguições durante a Idade Média.
Médiuns eram queimados como
feiticeiros. Nos tempos modernos tivemos mais liberdade de pensamento e
expressão.
Graças às experiências espíritas,
foram obtidas provas da imortalidade da alma e fotografaram radiações do
pensamento e o Espírito revestido de seu invólucro semi-material (Perispírito).
Provas da Existência e
Sobrevivência dos Espíritos:
Ser uma pessoa é ter uma
consciência, um "eu" que reflete, examina-se, recorda-se.
O pensamento e a consciência, não
derivam de um universo químico e mecânico. O primeiro problema que se apresenta
é o do próprio pensamento, do ser pensante.
Descartes escreveu "penso, logo existo" (cogito,ergos sum, em tradução rigorosamente literal). Entretanto, o que devia
estar no raciocínio do grande filósofo não pode deixar de ser o seguinte: -
penso; ora, a matéria por si mesma não pensa; logo, existe em mim, além do
corpo material, algo mais, que é o agente do meu pensamento; em virtude do
qual, portanto, existo como ser inteligente e tenho plena consciência da minha
existência. É um raciocínio perfeitamente lógico e conforme à mais pura razão
humana. Deveria bastar para que nenhuma dúvida existisse no homem a respeito de
que nele vive essencialmente um Espírito, isto é, um ser imaterial, porém,
real, independente do corpo e a ele sobrevivente, e somente ao qual são inerentes
as faculdades superiores da inteligência e da razão.
"Seja qual for a idéia que
dos Espíritos se faça, a crença neles necessariamente se funda na existência de
um princípio inteligente fora da matéria.
Deus, em sua infinita bondade e
amor, como Divina Providência, concedeu ao homem, com as manifestações
espíritas, as provas cabais de que nele vive um Espírito, e que esse Espírito sobrevive
à morte.
"As experiências de cunho
científico, realizadas a partir da oficialização da Doutrina Espírita em 18 de
abril de 1857, por inúmeros sábios daquela época, removeram todas as
controvérsias existentes sobre a sobrevivência da alma humana depois da morte
biológica.
Dentre os inúmeros pesquisadores
que se inteiraram na busca de provas da
existência e imortalidade dos espíritos,
destacamos:
"(...) o Dr. Paul Gibier,
diretor do instituto Pasteur de Nova Iorque, fala das materializações de fantasmas obtidas por ele no seu próprio
laboratório, na presença de muitas senhoras da sua família e dos preparadores
que habitualmente o auxiliavam nos seus trabalhos de biologia.(...)"
- Aksakof fotografou os espíritos
Abdullah e John King;
- "(...) o acadêmico R.Wallace
e o Dr. Thompson obtiveram a
fotografia espírita de suas respectivas mães, falecidas havia muitos
anos.(...)"
- na obra La Personnalité Humaine, Myers fala de 231
casos de aparições de pessoas
mortas.(...)"
- Friedrich Zollner, sábio físico
e astrônomo alemão realizou experiências com o médium Henri Slade, conseguindo
inclusive o extraordinário fenômeno de desmaterialização da matéria, tornando
possível a penetração de corpos materiais
por outros e a escrita direta sobre uma lousa, sem intermediário
material algum.
- Oliver Lodge, sábio inglês
descreve experiências com diversos médiuns, através dos quais pode, com toda a
evidência, constatar a manifestação de seu filho Raymond Lodge, jovem engenheiro,
morto em 1915, aos 26 anos, numa trincheira, em Flandres, Bélgica, durante a Guerra
de 1914 - 1918, tendo fornecido claros sinais de identificação de sua
personalidade individual.
"Resolvido a fazer uma
investigação criterioso dentro dos princípios rígidos da própria ciência para
desmascarar como fraudulentos, conscientes ou
inconscientes, os chamados fenômenos espíritas, o sábio inglês William
Crookes, considerado o Pai da Física moderna, deparou-se com a evidência dos
fatos e humildemente declarou aos seus pares da Sociedade Psíquica de Londres:
"Não digo que isto pode ser possível, afirmo que é real".
"Reportava-se naquele
momento aos fenômenos acontecidos na sua própria residência, transformada num sofisticado
laboratório de pesquisas psíquicas, onde submeteu vários médiuns aos exaustivos testes da
paranormalidade, debaixo de severo controle instrumental e fiscalizados pela
observação criteriosa de seu profundo senso científico."
Durante três anos consecutivos, o
descobridor da energia radiante, um novo estado da matéria, desconhecido até à
época das suas experiências transcendentais, conseguiu verdadeiros milagres
utilizando-se da mediunidade exuberante de
Florence Cook, médium de efeitos físicos possibilitou as materializações
do espírito de Katie King, ensejando ao cientista: medir e comparar as
pulsações de ambas. cujos valores eram
diferentes; conversar e abraçar a entidade espiritual materializada,
assim como retirar amostra dos cabelos e do vestuário para exames posteriores,
afastando a idéia alucinatória; e finalmente, fotografar várias vezes, inclusive
à luz do dia a forma perispiritual humanizada com êxito incomparável.
-
Prof. Richet que se viu "(...)obrigado a escrever, cinqüenta(50)
anos depois de William Crookes: "Os
espíritas me têm censurado duramente por empregar essa palavra –
"absurdo" - e não puderam compreender, que eu não me resignasse a
aceitar, sem constrangimento, a realidade de tais fenômenos. Mas, para
conseguir que um fisiologista, um físico, um químico admitam que saia do corpo
humano uma forma que possui circulação, calor próprio e músculos, que exala
ácido corbônico, que pesa, que fala, que pensa, é preciso pedir-lhe um esforço intelectual,
verdadeiramente muito doloroso.
Sim, é absurdo, mas pouco
importa, é verdade .(...). (Livro - as bases científicas da reencarnação.
Bibliografia
[1]
Roteiros - Unidade 2 da Federação Espírita do Paraná.
[1]
PBDE - Programa Básico da Doutrina Espírita do Centro Espírita "Luz
Eterna".
[1]
Apostila do ESDE - Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita - Federação
Espírita
Brasileira – Programa II.
[1]
O Livro dos Espíritos. Segunda Parte, Do Mundo Espírita ou Mundo dos Espíritos
– Dos
Espíritos
[1]
ABC do Espiritismo – Victor Ribas Carneiro. Edição da Federação Espírita do
Paraná.
Abraços fraternos!
Colaboração: Luciana Gomes
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