Definições:
Segundo o Dicionário;
Popularmente falando;
De acordo com o entendimento Espírita.
a) Segundo o Novo Dicionário da Língua Portuguesa - Aurélio
Buarque de Holanda Ferreira, encontramos que: Fluido – é um termo genérico
empregado para traduzir a característica das substancias líquidas ou gasosas,
ou de substância que corre ou se expande à maneira de um líquido ou um gás. (Obs.
A palavra fluido por ser um ditongo (encontro de uma vogal com uma semivogal ou
de uma semivogal com uma vogal – são
inseparáveis), logo a pronúncia correta é FLUI – DO (e não flu-í-do).
Exemplos de outros ditongos: boi, pai, mui–to, sau-na, cir-cui-to, gra-tui-to,
for-tui-to.
b) Popularmente falando – O fluido pode ser designado como a
fase não sólida da matéria, a qual pode se apresentar em quatro subfases:
pastosa, líquida, gasosa e radiante, tendo sido esta última apresentada à
Ciência, pelo inglês Sir William Crookes. (observamos que, atualmente, a Ciência já considera até
sete subfases para a matéria).
c) De acordo com o entendimento Espírita – Fluido é tudo quanto
importa à matéria, da mais grosseira à mais diáfana, variando em multiplicidade
infinita a fim de atender a todas as necessidades físicas, químicas e inclusive
vitais da matéria, bem como de sua intermediação entre os reinos material e
espiritual. É o fluido não apenas algo que se move, a exemplo dos líquidos e
dos gases, mas a própria essência desses mesmos líquidos e gases e de todas as
matérias, inclusive aquelas inapreciáveis por nossos instrumentos físicos ou
mesmo psíquicos.
Nos ensina Léon Denis, no
seu Livro "No Invisível", que
a matéria tornada invisível, imponderável, se encontra sob formas cada vez
mais sutis, que denominamos fluidos. A medida
que se rarefaz, adquire novas propriedades e uma capacidade de irradiação
sempre crescente; torna-se uma das formas de energia.
O Espírito André Luiz, no seu Livro "Evolução em dois
Mundos", define segundo critérios mais extensivos, que o fluido dessa ou
daquela procedência, vem a ser um corpo cujas moléculas cedem invariavelmente à
mínima pressão, movendo-se entre si, quando retidas por um agente de contenção,
ou separando-se quando entregues a si mesmas.
Universo em que vivemos:
O Universo em que vivemos se apresenta sob duas formas:
1. Forma visível, material ou tangível: É o espaço em que nós,
hoje, Espíritos encarnados estamos vivendo.
2. Forma Invisível, imaterial ou intangível: Espaço ou Mundo, em
que habitam os seres desencarnados ou Espíritos; aqueles que perderam o seu
invólucro material e retornaram ao mundo de origem.
O mundo imaterial começa justamente onde o visível e material
termina, porque em a Natureza, tudo segue um plano perfeito de continuidade. No
Universo visível e material os fenômenos ocorrem dentro de certos limites,
segundo determinadas leis.
Como já vimos, no mundo visível a matéria se nos apresenta sob
vários estados ou subfases reconhecidos pela ciência (sólido, pastoso, líqüido,
gasoso e radiante), além de outros, já reconhecidos, como anteriormente
mencionado.
Logo, podemos constatar que, em nosso chamado "Universo
Visível", já existem determinados estados da matéria em condições de
invisibilidade para os nossos cinco sentidos. No entanto, aquilo que não
podemos perceber normalmente pêlos sentidos que somos dotados, o fazemos utilizando
determinados instrumentos, ou mesmo, cálculos matemáticos.
No Universo invisível e imaterial ocorrem igualmente fenômenos
que também seguem leis que nos são reveladas pêlos seres que nele habitam.
A Ciência resolveu a questão dos milagres que mais particularmente derivam do elemento material,
quer explicando-os, quer lhes demonstrando a impossibilidade, em face das leis
que regem a matéria. Mas, os fenômenos em que prepondera o elemento espiritual,
esses, não podendo ser explicados unicamente por meio das leis da Natureza,
escapam às investigações da Ciência. Tal a razão por que eles, mais do que os
outros, apresentam os caracteres aparentes do maravilhoso. É, pois, nas leis
que regem a vida espiritual que se pode encontrar a explicação dos milagres
dessa categoria.
FCU – Fluido Cósmico Universal:
De acordo com "A Gênese" (Quinta obra da
Codificação/1.868 - cap. XIV - itens 1 e 2), o Fluido Cósmico Universal é a
matéria elementar primitiva, cujas
modificações e transformações constituem a inumerável variedade dos corpos da
Natureza".
O mundo imaterial, invisível ou espiritual como é
costumeiramente chamado, também é composto de alguma coisa, de algum material,
de alguma substância, de algum elemento - é composto de fluidos. Tais fluidos
tem uma estrutura, uma forma habitual de agregação, de composição e, de acordo
com as variações sofridas nessa estrutura, apresentam propriedades especiais e
diferentes das dos demais. Portanto, há vários estados e várias formas pêlos
quais os fluidos se apresentam, cada um com propriedades específicas, mas todos
se originando de um elemento primordial - o Fluido Cósmico Universal.
Ele é a própria matéria primitiva, da qual derivam todas as
demais formas de matéria e energias. Preenche todos os vazios do espaço,
estando presente em toda a natureza. Por ser o elemento gerador de todo o
restante das manifestações materiais e energéticas, guarda similaridade e
afinidade com estas, podendo, muito facilmente, sob a ação de uma vontade, interagir
com todas, inclusive mudando suas propriedades físicas, temporária ou permanentemente.
Como princípio elementar do Universo, ele assume dois estados
distintos:
1. Eterização ou Imponderabilidade: É o que se pode considerar de
"primitivo estado normal". No estado de eterização, o Fluido Cósmico
Universal não é uniforme; sem deixar de ser etéreo, sofre modificações tão
variadas em gênero e mais numerosas talvez do que no estado de matéria
tangível. Essas modificações constituem fluidos distintos que, embora procedentes
do mesmo princípio, são dotados de propriedades especiais e dão lugar aos fenômenos
peculiares ao mundo invisível.
Dentro da relatividade de tudo, esses fluidos tem para os
Espíritos, que também são fluídicos, uma aparência tão material, quanto a dos
objetos tangíveis para os encarnados
e são, para eles, o que são para nós as substancias do mundo terrestre.
Eles os elaboram e combinam para produzirem determinados efeitos, como fazem os
homens com os seus materiais, ainda que por processos diferentes.
Os espíritos utilizam-se do FCU para realização de muitas ações, inclusive como "matéria
prima" para suas intervenções sobre a matéria, no plano espiritual e no
plano material. Os espíritos utilizam o FCU como "amálgama" para
compatibilizar a utilização conjunta de diferentes tipos de fluidos, energias e
mesmo matéria, graças a afinidade do FCU com todos, por ser o elemento
primitivo.
A possibilidade de manipulação consciente do FCU é proporcional
ao grau de evolução do espírito, pois lá, como neste mundo, somente aos
Espíritos mais esclarecidos é dado
compreender o papel que desempenham os elementos constitutivos
do mundo onde eles se acham. Os ignorantes do mundo invisível são tão incapazes
de explicar a si mesmos
os fenômenos a que assistem e para os quais muitas vezes
concorrem maquinalmente, como os ignorantes da Terra o são para explicar
os efeitos da luz ou da eletricidade, para
dizer de que modo é que vêem e escutam.
Os elementos fluídicos do mundo espiritual escapam aos nossos
instrumentos de análise e à percepção dos nossos sentidos, feitos para
perceberem a matéria tangível e não a
matéria etérea. Alguns há, pertencentes a um meio diverso a tal
ponto do nosso, que deles só podemos fazer idéia mediante comparações tão
imperfeitas como aquelas mediante as quais um cego de nascença procura fazer
idéia da teoria das cores.
Como vemos é através do corpo que percebemos os fenômenos do
nosso meio material; somente em condições especiais é que o espírito encarnado,
alcançando uma maior liberdade de ação, percebe as ocorrências do mundo espiritual.
2. Materialização ou de Ponderabilidade: Neste estado, podemos
considerar o Fluido Cósmico Universal, como um estágio consecutivo do primeiro
(eterização), e o percebemos através dos diferentes estados da matéria. Cada um
desses dois estados dá lugar, naturalmente, a fenômenos especiais: ao segundo pertencem
os do mundo visível e ao primeiro os do mundo invisível. Uns, os chamados fenômenos
materiais, são da alçada da Ciência propriamente dita; os outros, qualificados
de fenômenos espirituais ou psíquicos, porque se ligam de modo especial à
existência dos Espíritos, cabem nas atribuições do Espiritismo. Como, porém, a
vida espiritual e a vida corporal se acham incessantemente em contato, os
fenômenos das duas categorias muitas vezes se produzem simultaneamente. No
estado de encarnação, o homem somente pode perceber os fenômenos psíquicos que
se prendem à vida corpórea; os do domínio espiritual escapam aos sentidos
materiais e só podem ser percebidos no estado de Espírito.
Fluidos Espirituais:
Ainda de acordo com "A Gênese", cap. XIV, itens 4 e 5,
não é rigorosamente exata a qualificação de Fluidos Espirituais, porque, na
verdade, eles são matéria, embora
extremamente quintenssenciada.
De realmente espiritual, somente o Espírito ou Princípio
Inteligente.
Recebem essa denominação "Fluidos Espirituais", por
comparação, e, sobretudo, pela afinidade que eles guardam com os Espíritos.
Diz-se Fluidos Espirituais, no sentido de matéria do Mundo Espiritual.
Os Fluidos Espirituais, que são um dos estados do Fluido Cósmico
Universal, são a bem dizer:
A atmosfera dos seres Espirituais;
- O elemento donde eles tiram os materiais sobre que operam;
- O meio onde ocorrem os fenômenos especiais, perceptíveis à
visão e audição dos Espíritos, mas que escapam aos sentidos carnais;
- O meio onde se forma a luz peculiar ao Mundo Espiritual,
diferentes pelas causas e pelos efeitos, da luz ordinária;
- E, finalmente, o veículo do pensamento como o ar o é do som.
Atuação dos Espíritos sobre os Fluidos Espirituais:
Os Espíritos atuam sobre os Fluidos Espirituais, não
manipulando-os como os homens manipulam os gases, mas empregando o pensamento e
a vontade.
Pelo pensamento, eles imprimem àqueles fluidos tal ou qual
direção, os aglomeram, combinam ou dispersam, organizando com eles conjuntos
que apresentam uma aparência, uma forma,
uma coloração determinadas; mudam-lhes as propriedades, como um
químico muda a dos gases ou de outros corpos, combinando-os segundo certas
leis. É a grande oficina ou laboratório da vida espiritual.
Algumas vezes, essas transformações resultam de uma intenção;
doutras, são produto de um pensamento inconsciente. Basta que o Espírito pense
uma coisa, para que esta se produza, como basta que modele uma ária, para que
esta repercuta na atmosfera.
Cabe neste momento, observar-se, que há uma conseqüência
bastante séria para os encarnados a ação dos Espíritos sobre os Fluidos
Espirituais, pois sendo esses fluidos o veículo do pensamento e podendo os
pensamentos modificar-lhes as propriedades, é claro que eles devem achar-se
impregnados das qualidades boas ou más dos pensamentos que os fazem vibrar.
Desta forma, os maus pensamentos corrompem os Fluidos Espirituais, como os miasmas
deletérios corrompem o ar respirável. Os fluidos projetados por Espíritos
inferiores, são, portanto, passíveis de viciações.
Por outro lado, os fluidos emanados pêlos Espíritos bons, podem
sanear, harmonizar os ambiente e trazer muito conforto.
Imprescindível também o registro de que, os pensamentos dos
encarnados também atuam sobre os Fluidos Espirituais, da mesma forma, viciando
ou saneando-os, logo, o ensinamento de Jesus a respeito da vigilância (Vigiai e
orai), se emprega, sobretudo, com relação aos nossos pensamentos.
Qualidade dos fluidos:
Os fluidos não possuem qualidades "sui generis", mas
as que adquirem no meio onde se elaboram; modificam-se pêlos eflúvios desse
meio, como o ar pelas exalações, a água pelos sais das camadas que atravessa.
Conforme as circunstâncias, suas qualidades são, como as da água e do ar,
temporárias ou permanentes, o que os torna muito especiais à produção de tais
ou tais efeitos.
Também carecem de denominações particulares. Como os odores,
eles são designados pelas suas propriedades, seus efeitos e tipos originais.
Observamos, porém, que ao dizer-se que tal fluido é bom ou mau, estamos nos
referindo ao "produto final" e não à sua generalidade, pois o Fluido
Cósmico é puro, sendo suas derivações o produto das "manipulações",
em níveis e padrões variados.
Qualidade dos Fluidos sob o Ponto de Vista Moral:
Sob o ponto de vista moral, trazem o cunho dos sentimentos de
ódio, inveja, de ciúme, de orgulho, de egoísmo, de violência, de hipocrisia, de
bondade, de benevolência, de amor, de doçura, etc.
Qualidade dos Fluidos sob o Ponto de Vista Físico:
Sob o aspecto físico, são excitantes, calmantes, penetrantes,
adstringentes, irritantes, dulcificantes, suporíficos, narcóticos, tóxicos,
reparadores, expulsivos; tornam-se força de transmissão, de propulsão,
etc.
O quadro dos fluidos seria, pois, o de todas as paixões, das
virtudes e dos vícios da humanidade e das propriedades da matéria,
correspondentes aos efeitos que eles produzem.
Correlação entre o Perispírito dos Encarnados e os Fluidos
Espirituais:
Sendo o perispírito dos encarnados de natureza idêntica à dos
Fluidos Espirituais, eles o assimilam com facilidade, como por exemplo, uma
esponja se embebe de um líquido. Conforme a expansão ou irradiação do
perispírito do encarnado, maior a ação dos fluidos sobre ele.
Atuando os fluidos sobre o perispírito, este, ao seu turno,
reage sobre o organismo material, com que se acha em contato molecular. Logo,
se os eflúvios são de boa natureza, o corpo recebe uma impressão salutar; se,
por outro lado, são maus, a impressão é penosa para o corpo.
Se são permanentes e energéticos, os eflúvios maus podem
ocasionar desordens físicas - não sendo outra, senão esta, a causa de certas
enfermidades.
O encarnado absorve pêlos poros perispiríticos os fluidos
emanados.
Uma assembléia é um foco de irradiação de pensamentos diversos.
Nessas reuniões há uma multiplicidade de correntes e de eflúvios cuja impressão
cada um recebe pelo sentido espiritual.
Logo, ressalta-se a importância em se procurar reuniões
homogêneas e simpáticas, onde se pode haurir novas forças morais e se recuperar
das perdas fluídicas que sofremos todos
os dias.
Fluidos, Energias e suas relações com o Perispírito:
Fluidos: Denomina-se fluidos as emanações energéticas
trabalhadas em um processo orgânico ou perispiritual. São energias, que recebem
essa denominação especial, como por exemplo o "fluido vital", que
também poderia ser denominado "energia vital. São mais próximos a matéria palpável.
Energias: São as emanações não materiais, no campo vibratório,
derivadas de atividades do pensamento ou de fenômenos vibratórios inerentes a
estrutura da matéria e suas propriedades (ex.: luz solar, pensamentos, etc.)
Relações entre Fluidos, Energias e Perispírito:
Em existindo o Espírito, existirá também o perispírito. Um não
existe sem o outro. O perispírito é semimaterial, constituído de um complexo de
energias e fluidos, estruturando um "corpo" para o espírito. Pode ser
comparado como uma matéria muito sutil que envolve o Espírito. O perispírito
tem a função de dar limite e relação ao espírito, permitindo a interação deste
com a parte "material" da natureza. As energias e fluidos
constituintes do perispírito são oriundos da metabolização das energias e
fluidos do local onde está o Espírito, ou seja, o perispírito está sempre
"ajustado" ao meio onde se encontra o espírito. O perispírito, no seu
componente energético "transita" nos planos ou dimensões material e
espiritual, sendo o elemento de "ajuste" ou "interligação"
entre os dois planos. Como "pertence" simultaneamente aos dois planos,
sujeita-se, ao mesmo tempo, às Leis "físicas" características de cada
uma dessas dimensões.
A matéria que constitui o perispírito possui propriedades
especiais, entre as quais a de ser manipulada, de maneira consciente ou
automática pelo próprio espírito. A matéria do perispírito é flexível,
expansível, compressível, interage com o F.C.U. – Fluido Cósmico Universal e
pode absorver e fundir-se com outras formas de energia e de matéria, pela ação
do pensamento e da vontade. Utilizando-se da matéria do perispírito e combinado
esta com outras formas de energia e fluidos, o Espírito pode agir sobre a
própria matéria.
O perispírito no encarnado, embora mais limitado pela presença
da energia vital e pela ligação com o corpo físico, conserva afinidade e semelhança
com o perispírito dos desencarnados.
Também é expansível, compressível, flexível, apenas em grau
menor que o do desencarnado.
Todos os fenômenos de intercâmbio ou de interação entre o plano
material e o plano espiritual exigem a participação dos perispíritos do
espírito e de um encarnado, e da interação com outras formas de energia ou de
outros perispíritos.
O espírito, através do perispírito, assimila energias das mais
diversas, de acordo com seu estado de maior ou menor equilíbrio, físico e
espiritual. O Perispírito então metaboliza essas energias nos centros de força
e as distribui em nosso organismo. Essas energias se manifestam em nossa aura,
formando nosso "hálito mental". O hálito mental caracteriza as energias
e fluidos que emitimos ao nosso redor, transmitindo sensações e impressões decorrentes
de sua "qualidade".
BIBLIOGRAFIA
A Gênese – Allan Kardec.
Cap. XIV – Os Fluidos.
O Livro dos Espíritos –
Allan Kardec. Perguntas 27 e 427.
O Livro dos Médiuns –
Allan Kardec. Perguntas 74 e 98.
No Invisível – Cap. XV. –
Léon Denis.páginas 175 à 185.
A Alma é Imortal –
Gabriel Delanne - 3.ª parte, cap. III páginas 226, 232, 284, 289.
Evolução em Dois Mundos –
Páginas 19 e 95.
Depois da Morte – Léon
Denis. Páginas 51, 52, 153 e 207
Mecanismos da Mediunidade
– André Luiz – psicografado por Francisco Cândido
Xavier e Waldo Vieira. Páginas 35 e 158.
Apostila do COEM – Centro
de Orientação e Educação Mediúnica - 20.ª Sessão Teórica
- Centro Espírita Luz Eterna.
O Passe – Jacob de Melo.
Cap. IV, 1. Fluidos, páginas 53 à 69.
Pesquisa complementar e
Transparências (Power Point) – Carlos Parchen , do Centro Espírita Luz Eterna.
Abraços fraternos!
Colaboração: Luciana Gomes
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