quarta-feira, 25 de julho de 2012

Estudo Teórico-Prático da Doutrina Espírita – Unidade 18: Mediunidade



       Mediunidade - Conceito:
       
       Lamartine Palhano Jr. em seu "Dicionário de Filosofia Espírita", conceitua mediunidade como sendo uma faculdade inerente ao homem que permite a ele a percepção, em um grau qualquer, da influência dos   Espíritos.   Não constitui privilégio  exclusivo   de   uma   ou   outra   pessoa,   pois, sendo uma possibilidade orgânica, depende de um organismo mais ou menos sensitivo.


       Mediunismo:
       
       Alexander   Aksakof,  em  1.890,  empregou  o  termo  mediunismo   para  designar  o  uso  das faculdades mediúnicas. A prática do mediunismo não significa que haja prática de Espiritismo propriamente dito, visto que a mediunidade não é propriedade do Espiritismo.

       (veja ao final, pequena biografia de Alexander Aksakof).


       Mediunato:
       
       Missão mediúnica da qual está investido um médium. Esta expressão foi criada pelos próprios Espíritos:   "Deus   me   encarregou   de   desempenhar   uma   missão   junto   aos   crentes   a   quem   ele favorece com o mediunato"   - Joana d’Arc (Capítulo XXXI, comunicação XII, em "O Livro dos Médiuns" de Allan Kardec.


       Médium:

       (Do latim: medium = meio; intermediário; medianeiro). Pessoa que pode servir de intermediário entre   os   Espíritos   e   os   homens;   aquele   que   em   um   grau   qualquer   sente   a   influência   dos Espíritos de modo ostensivo.

       Como já foi mencionado, todo aquele que sente, num grau qualquer, a influência dos Espíritos, é,  por  esse  fato,  médium.  Essa  faculdade  é  inerente   ao  homem;  não  constitui,  portanto, privilégio exclusivo, donde se segue que poucos são os que não possuem um rudimento dessa faculdade. Pode-se, pois, dizer que todos são, mais ou menos, médiuns. Todavia, usualmente, assim só se qualificam aqueles em que a faculdade mediúnica se mostra bem caracterizada e se traduz por efeitos patentes, de certa intensidade, o que então depende de uma organização mais ou menos sensitiva.


       A Predisposição Mediúnica:
       
       A predisposição   mediúnica   independe   do   sexo,   da   idade   e   do   temperamento,   bem   como   da condição social, da raça, da cultura, da religião, da inteligência e até mesmo das qualidades morais. Todavia, quanto mais elevado for moralmente o médium, melhor instrumento este se tornará à Espiritualidade.

       O Desenvolvimento da Faculdade Mediúnica:
       

       O desenvolvimento da faculdade mediúnica depende da natureza mais ou menos expansiva do perispírito do médium e da maior ou menor facilidade da sua assimilação pelo dos Espíritos; depende,  portanto,   do   organismo   e   pode   ser   desenvolvida   quando   exista   o   princípio;   não podendo, consequentemente, quando o princípio não existe.

        As   relações   entre   os  Espíritos  e  os  médiuns     se  estabelecem     por  meio   dos   respectivos perispíritos, dependendo a facilidade dessas relações do grau de afinidade existente entre os dois   fluidos.   Alguns  há   que   se   combinam   facilmente,  enquanto   outros   se   repelem,   donde   se  segue   que   não   basta   ser   médium   para   que   uma   pessoa  se   comunique   indistintamente   com todos os Espíritos.

        Combinando os  fluidos  perispiríticos  os  Espíritos   não   só  transmitem    aos   médiuns    seus pensamentos, como também chegam a exercer sobre eles uma influência física, fazem-nos agir e falar à sua vontade. Todavia, a elevação moral do médium e seu controle sobre a faculdade que possuí impedirá que os Espíritos inferiorizados se adonem da sua faculdade e paralisem-lhe o livre arbítrio.

        Podem os espíritos manifestar-se de uma infinidade de maneiras, mas não o podem senão com a condição de acharem uma pessoa apta a receber e transmitir impressões deste ou daquele gênero,  segundo    as   aptidões   que   possua.   Da   diversidade    de  aptidões   decorre    que   há diferentes espécies de médiuns.


        Mediunidade – Classificação segundo seus Efeitos:
        
        Os fenômenos dos efeitos mediúnicos podem ser de duas ordens:

           1.  – Fenômenos de Efeitos Materiais, Físicos ou Objetivos:

        São  os   que   sensibilizam   diretamente   os   órgãos   dos   sentidos   dos   observadores.   Podem- se apresentar sob variadas formas, tais como:

              Materialização – de objetos, de Espíritos, etc.

              Transfiguração – modificação dos traços fisionômicos do próprio médium.

               Levitação – erguimento de objetos e/ou pessoas, contrariando a Lei da Gravidade.

              Transporte – entrada e saída de objetos de recintos hermeticamente fechados.

               Bilocação ou Bicorporiedade – aparecimento do Espírito do médium desdobrado sob forma materializada, em lugar diferente ao do corpo.

              Voz Direta – vozes dos Espíritos que soam pelo ambiente, independentemente do médium (em termos), através de uma garganta ectoplasmática. Vide ao final significado de ectoplasma.

               Escrita Direta – Palavras, frases, mensagens, escritas sem a utilização da mão do médium.

              Tiptologia – Sinais por pancadas formando palavras e frases inteligentes.

              Sematologia – Movimento de objetos sem contato físico, traduzindo uma vontade, um sentimento, etc.

           1.  Fenômenos de Efeitos Intelectuais ou Subjetivos:

        São os que ocorrem na esfera subjetiva, não ferindo os cinco sentidos, senão a racionalidade e o intelecto. Podem se apresentar das seguintes formas:

              Intuição – Uma modalidade de telepatia, quando a transmissão do pensamento se dá por meio do Espírito do médium, ou melhor de sua alma. Ela recebe o pensamento do Espírito que se manifesta e o transmite. Nessa situação o médium tem consciência do           que fala ou escreve, embora não exprima o seu próprio pensamento.

              Vidência – Faculdade anímica ou mediúnica que permite a uma pessoa perceber imagens da vida espiritual, e mesmo da vida corpórea, independentemente do tempo e da distância.

              Audiência – Da mesma forma, faculdade anímica ou mediúnica que permite a uma pessoa escutar os sons do mundo espiritual.

               Desdobramento – Estado no qual o Espírito do percipiente desloca-se e vai até outros lugares, distantes ou não, fora da dimensão tempo/espaço, e descreve o que vê e o que faz.

               Psicometria – Faculdade que tem o médium de estabelecer contato com toda a vida psíquica de alguém, coisa ou ambiente, podendo perscrutar o passado, o presente e o futuro, bastando para isso que entre em contato com o nome ou um objeto relacionado.

               Psicografia – É a escrita sob a influência dos Espíritos. Os Espíritos escrevem,              impulsionando a mão do médium, seja por uma forte intuição, por um controle parcial do centro motor e com ciência do médium ou por uma ação mecânica absoluta.

               Psicofonia – Fenômeno mediúnico que, associado ou não a outras modalidades da  mediunidade, possibilita a um Espírito falar através do aparelho fonador do médium

       À generalidade  destes  dois últimos tipos  de   fenômenos intelectuais  (psicografia e   psicofonia) tem-se denominado vulgarmente de "Incorporação   Mediúnica".   Ressalte-se, todavia, que   não  ocorre   a   "introdução"   do   Espírito   no   corpo   do   médium,   mas,   sim,   uma   associação   de   seus fluidos com os do médium, resultantes das faixas vibratórias em que se encontrem e que pela lei de sintonia e da assimilação se identificam formando um complexo - Emissor - (Espírito –      desencarnado) e Receptor (médium).


        Classificação dos Médiuns:


        Inicialmente, podemos classificar os médiuns em: Médiuns Facultativos ou Voluntários.

        Médiuns Naturais ou Involuntários

           1.   – Médiuns Facultativos ou Voluntários:

                Só   se   encontram   entre   pessoas   que   tem   conhecimento  mais   ou   menos   completo   dos meios   de   comunicação   com   os   Espíritos,   o   que   lhes   possibilita   servir-se,   por   vontade própria, de suas faculdades. Não que realizem quando queiram os fenômenos, pois sem a vontade do Espírito que se irá comunicar nada conseguirão, porém, são senhores da faculdade que possuem, não permitindo que se dêem comunicações extemporâneas e em   momentos     impróprios.    Sabem     que  possuem     a  faculdade    e  se  predispõem     ao intercâmbio com o mundo dos Espíritos.

           2.   – Médiuns Naturais ou Involuntários:

        Também       denominados      "Inconscientes",   pelo   Codificador,    por  não    terem   consciência  da faculdade que possuem. São aqueles cuja influência se exerce a seu mau grado. Existem entre as pessoas que nenhuma idéia fazem do Espiritismo, e nem dos Espíritos, até mesmo entre as mais incrédulas e que servem de instrumento, sem o saberem e sem o quererem.

        Os fenômenos  espíritas  de   todos   os   gêneros   podem   operar-se por   influência   destes   últimos, que   sempre   existiram,   em   todas   as   épocas   e   no   seio  de   todos   os   povos.   A   ignorância   e   a   credulidade lhe atribuíram um poder sobrenatural e, conforme os tempos e os lugares, fizeram deles santos, feiticeiros, loucos ou visionários. O Espiritismo mostra que com eles, apenas se dá a manifestação espontânea de uma faculdade natural.

        Classificação Geral dos Médiuns:
        

               Médiuns de Efeito Físicos - São os mais aptos, especialmente, à produção de                 fenômenos materiais, como movimentos de corpos inertes, os ruídos, a deslocação, o                 levantamento e a translação de objetos, etc. Sempre neste fenômenos há o concurso                 voluntário ou involuntário de médiuns dotados de faculdades especiais.

               Médiuns Sensitivos ou Impressivos - São pessoas suscetíveis de pressentir a                 presença dos Espíritos, por impressão vaga, como ligeiro atrito em todos os membros,                 fato que não logram explicar. Tal sutileza pode essa faculdade adquirir; que aquele que a  possui reconhece, pela impressão que experimenta, não só a natureza, boa ou má, do                 Espírito que lhe está ao lado, mas também a sua individualidade.

               Médiuns Audientes - São médiuns que ouvem os Espíritos. Algumas vezes é como se  escutassem uma voz interna que lhes ressoasse no foro íntimo; doutras vezes, é uma voz exterior, clara e distinta como a de uma pessoa viva.

               Médiuns Psicofônicos ou Falantes - É a faculdade que permite aos Espíritos,                 utilizando os órgãos vocais do encarnado, transmitirem a palavra audível a todos que                 presentes se encontrem.

                É   a   faculdade   mais   freqüente   em   nosso   movimento   e   possibilita   o   intercâmbio   com   o  mundo extracorpóreo.

                É através dela que os desencarnados narram, quando podem/desejam, os seus aflitivos problemas,   recebendo dos   orientadores,   em   nome   da fraternidade   cristã,   a   palavra do esclarecimento e da consolação.

                O   pensamento   do   Espírito   antes   de   chegar   ao   cérebro   físico   do   médium,   passa   pelo  cérebro perispirítico, resultando disso a propriedade que tem o medianeiro, "em tese" de fazer ou não fazer o que a entidade pretende.

                Também      os   Mentores    Espirituais,  Espíritos   trabalhadores    da  grande    Seara   do   Pai, utilizam esta possibilidade de intercâmbio para esclarecerem, orientarem, confirmando a continuidade do labor nas duas esferas da vida.

                Obs: - Os médiuns falantes, de maneira geral são intuitivos ou conscientes, sendo o intérprete ou mensageiro. O estilo, o vocabulário, a construção das frases são suas, mas a idéia é do Espírito.

                Os médiuns psicofônicos semiconscientes conservam o estilo e a idéia do Espírito que  se   comunica     e  nos,   psicofônicos   inconscientes,  geralmente    se   exprime    sem   ter  consciência   do   que   diz   e   muitas   vezes   diz   coisas   completamente   estranhas   às   suas  idéias   habituais,   aos   seus   conhecimentos   e,   até,   fora   do   alcance   de   sua   inteligência.

                Embora   se  ache   perfeitamente     acordado    e   em   estado   normal,    raramente    guarda lembrança do que diz.

               Médiuns Videntes - São dotados da faculdade de ver os Espíritos. Alguns gozam dessa faculdade em estado normal, quando perfeitamente acordados e conservam lembrança precisa do que viram. Outros só a possuem em estado sonambúlico, ou próximo do sonambulismo. É raro esta faculdade permanecer por muito tempo; quase sempre é  efeito de uma crise passageira.

               Médiuns Sonambúlicos - Nesta ordem, são duas as categorias de fenômenos que freqüentemente se acham reunidos:

                a) Quando o sonâmbulo age sob a influência do seu próprio Espírito; é sua alma que, nos momentos e emancipação, vê, ouve e percebe, fora dos limites dos sentidos. O que  ele externa tira-o de si mesmo; são idéias suas, em geral, mais justas do que no estado normal, seus conhecimentos estão mais dilatados, porque tem livre a alma.

                b) Como médium, ao contrário, é instrumento de uma inteligência estranha; é passivo e o  que   diz   não   vem   de   si.   O   médium   sonambúlico,   em   estado   de   emancipação   da   alma pode facultar a comunicação. Muitos sonâmbulos vêem perfeitamente os Espíritos e os descrevem com tanta precisão, como médiuns videntes. Podem confabular com eles e transmitir-nos seus pensamentos. O que dizem, fora do âmbito de seus conhecimentos pessoais, lhes é com freqüência sugerido por outros Espíritos.

               Médiuns Curadores - Este gênero de mediunidade consiste, principalmente, no dom que possuem certas pessoas de curar pelo simples toque, pelo olhar, mesmo por um               gesto, sem o concurso de qualquer medicação. Exemplo maior Jesus. Geralmente a              faculdade é espontânea e, embora haja a utilização do fluido magnético, alguns médiuns                curadores jamais ouviram falar do magnetismo. Ex: - benzedeiras.

               Médiuns Pneumatógrafos - Dá-se este nome aos médiuns que têm aptidão para obter  a escrita direta. Esta faculdade é bastante rara. Desenvolve-se pelo exercício; mas sem utilidade prática. Se limita a uma comprovação patente da intervenção de uma força                 oculta nas manifestações.

               Médiuns Escreventes ou Psicógrafos – São os médiuns aptos a receber a                 comunicação dos Espíritos através da escrita. Como afirma Allan Kardec, "de todos os                 meios de comunicação, a escrita manual é o mais simples, o mais cômodo e, sobretudo                 o mais completo". Para eles devem tender todos os esforços, porquanto permite se                 estabeleçam, com os Espíritos, relações tão continuadas e regulares, como as que                existem entre nós. Deve ser desenvolvido com muita responsabilidade pois é através                 dessa faculdade que os Espíritos revelam melhor sua natureza e o grau do seu                 aperfeiçoamento, ou a sua inferioridade. Para o médium, a faculdade de escrever é,                 além disso, a mais suscetível de desenvolver-se pelo exercício e proporciona a todos um                 exame acurado e minucioso da mensagem recebida.

        Os médiuns psicógrafos podem ser classificados em:

                a)  Médiuns      Mecânicos    –   O   Espírito   atua  diretamente     sobre   a  mão    do  médium, impulsionando-a.      O  que   caracteriza   este   gênero   de   mediunidade     é  a  inconsciência absoluta, por parte do médium, do que sua mão escreve. Ela se move sem interrupção, enquanto o Espírito tem alguma coisa que dizer, e para, assim que ele acaba. Neste tipo de mensagem, a escrita vem antes do pensamento.

                b)  Médiuns   Intuitivos  –   Neste   caso,   o   Espírito   não   atua   sobre   a   mão   para   movê-la, mas,   atua   sobre   a   alma   do   médium,   identificando-se  com   ela   e   imprimindo-lhe   sua vontade    e  suas   idéias.  A  alma   recebe    o  pensamento     do   Espírito  comunicante     e  o  transcreve. Nesta situação, o médium escreve voluntariamente e tem consciência do que escreve,   embora   não   grafe   seus   próprios   pensamentos.   Podemos   dizer,   que   nestes casos, o pensamento vem antes da escrita.

                C) Médiuns Semimecânicos – Também denominados Semi-intuitivos. Eles sentem que, à   sua  mão    uma    impulsão    é  dada,   mau    grado   seu,  mas,   ao   mesmo     tempo,    têm consciência   do   que   escrevem,   à   medida   que   as   palavras   se   formam.   Neste   casos,   o pensamento acompanha as palavras.

               Médiuns Polígrafos – São aqueles cuja escrita se modifica em decorrência do Espírito que se comunica, ou que são aptos a reproduzir a escrita que o Espírito tinha em vida.

               Médiuns Iletrados – Os que escrevem como médiuns, sem saber ler, nem escrever, no estado ordinário. Muito raros; mais que os anteriores.

               Médiuns Poliglotas ou Xenoglotas – São aqueles que escreve ou falam, sob a                influência dos Espíritos, em idiomas que lhe são desconhecidos.




         Biografia/definições:
        

                Alexander N. Aksakof –

                Nascido     em   Repievka     (Rússia)    em   27   de   maio    de  1.832,   desencarnou      em    S. Petersburgo (Leningrado), a 04 de janeiro de 1.903.

                Foi membro da nobreza russa, doutor em Filosofia e Conselheiro de Alexandre III, Czar de todas as Rússias.

        Doutor, foi lente da Academia de Leipzig, na Alemanha.

                Empenhou-se  no   campo    da  investigação    psíquica,   foi  diretor  do  jornal  "Psychische  Studien", de Leipzig (Alemanha).

        Publicou a sua obra mais significativa "Animismo e Espiritismo".

                Participou da investigação mediúnica junto a diversos médiuns do século passado e de muitos outros pesquisadores de renome.

                Sua contribuição ao Movimento Espírita Mundial foi enorme e, até hoje, seus trabalhos são citados pelos muitos pesquisadores que se aventuram pelo campo do psiquismo.

                Ectoplasma –

                (do   grego:   ektós   –   movimento   para   fora;   plasma   –   obra   modelável).   Substância   que emana   do   corpo   de   um   médium   capaz   de   produzir   fenômenos   de   efeitos   físicos   ou materializações. Trata-se de uma exalação fluídica, sensível ao pensamento, visível ou invisível, plástica, inodora, insípida, originalmente incolor.


Bibliografia:

       O Livro dos Médiuns – Allan Kardec – Segunda Parte, capítulos II, III, IV, V, IX, X, XI, XII, XIII  e XV.

       No Invisível – Léon Denis – capítulos XVI à XVIII.

       O Fenômeno Espírita – Gabriel Delanne – Segunda parte, capítulo I.

       Estudando a Mediunidade - Martins Peralva.

       Apostila do COEM – Centro de Orientação e Educação Mediúnica – do Centro Espírita Luz Eterna  –  Primeira,  Segunda   e  Quarta   Sessões    Teóricas  –  Mediunidade    –  Conceito   –  Classificação e Dos Médiuns.

       Dicionário de Filosofia Espírita – Lamartine Palhano Jr.

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