SÓROR JOANA ANGÉLICA DE JESUS
“Passados sessenta e seis anos de seu regresso à Pátria Espiritual, retornou, agora na cidade do Salvador – BA, em 1761, como Joana Angélica, filha de uma abastada família”. Aos vinte e um anos de idade ingressou no Convento da Lapa, como franciscana, com o nome de Sóror Joana Angélica de Jesus, fazendo profissão de Irmã das Religiosas Reformadas de Nossa Senhora da Conceição da Lapa. Foi irmã, escrivã e vigária, quando, em 1815, tornou-se Abadessa, e no dia 20 de fevereiro de 1823, defendendo corajosamente o Convento, a casa do Cristo, assim como a honra das jovens que ali moravam, foi assassinada por soldados que lutavam contra a independência do Brasil.
“Passados sessenta e seis anos de seu regresso à Pátria Espiritual, retornou, agora na cidade do Salvador – BA, em 1761, como Joana Angélica, filha de uma abastada família”. Aos vinte e um anos de idade ingressou no Convento da Lapa, como franciscana, com o nome de Sóror Joana Angélica de Jesus, fazendo profissão de Irmã das Religiosas Reformadas de Nossa Senhora da Conceição da Lapa. Foi irmã, escrivã e vigária, quando, em 1815, tornou-se Abadessa, e no dia 20 de fevereiro de 1823, defendendo corajosamente o Convento, a casa do Cristo, assim como a honra das jovens que ali moravam, foi assassinada por soldados que lutavam contra a independência do Brasil.
Nos planos divinos, já havia uma programação para esta sua vida no Brasil, desde antes, quando reencarnara no México como Juana de Asbaje (ou Juana Inés de la Cruz). Daí, sua facilidade extrema para aprender o português e seu interesse pelas opiniões do Padre Antônio Vieira. É que, nas terras brasileiras estavam reencarnados, e reencarnariam brevemente, Espíritos ligados a ela, almas comprometidas com a Lei Divina, que faziam parte de sua família espiritual e aos quais desejava auxiliar.
Dentre esses afeiçoados a Joanna de Ângelis, destacamos Amélia Rodrigues, educadora, poetisa, romancista, dramaturga, oradora, conferencista, tradutora e contista que viveu do fim do século XIX ao início do XX...
Colaboração: Erica Patrícia
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