JOANA DE CUSA
Segundo informações de Humberto de Campos, no livro BOA NOVA, Joana de Cusa era uma mulher de grande fé. Narra o autor:
“Entre a multidão que invariavelmente acompanhava Jesus nas pregações do lago, achava-se sempre uma mulher de rara dedicação e nobre caráter, das mais altamente colocadas na sociedade de Cafarnaum.
Tratava-se de Joana, consorte de Cusa, intendente de Ântipas...”
Relata-nos Celeste Santos na sua obra "A Veneranda Joanna de Ângelis", que o esposo de Joana de Cusa não lhe compartilhava dos anseios de espiritualidade e não concordava que a esposa seguisse o Mestre Jesus com tão acendrado amor. Por isso sofreu o peso das injunções domésticas, angustiada pela incompreensão e intolerância do esposo.
Depois de muito sofrimento e sacrifícios, com um filho para sustentar, e já tendo sido morto o marido – que viveu uma vida tumultuada e inditosa – , Joana continuava fiel ao Mestre Jesus, inclusive defendendo e divulgando seus ensinamentos, o que lhe valeu o martírio, juntamente com seu filho, nas labaredas de imensa fogueira que consumiam os cristãos que não renegavam a Jesus
Colaboração: Erica Patrícia
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