segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Reconhecer a proteção Divina

Hoje me ocorreu uma situação comum, pricipalmente para quem dirige.
Ao sair do trabalho, peguei meu carro e de carona comigo estava o jovem consultor da empresa, cujo software fazemos uso. O vigilante me alertou que um dos pneus estava murcho. Primeiramente lamentei, pois não desejo a ninguém ter o pneu do carro murcho, bem na hora de ir para casa. Mas agora tinha que trocá-lo, eis que me aparece João Pedro, Joãozinho, como costumo chamá-lo, colega de trabalho. Mal sabia eu da importância dele naquela tarde. Ao trocar o pneu percebi um barulho estranho, e resovi ir consertar o pneu furado ao invés do stepe que estava com o barulho esquisito ao rodar. A esta altura o consultor já havia pego um táxi. Caminhamos longo trecho carregando o pesado pneu,eu e meu amigo João, que nem ia para o mesmo intinerário que eu ia, depois da longa caminhada nos demos com uma oficina fechada. Tivemps que ir a um outro bairro mais a frente, porém muito perigoso, lá encontramos um rapaz de conversa fácil que dentre uma e outra pergunta "despretenciosa", procurou saber aonde estava o carro. Em minha inocência revelei-o. Feito isso, ele soltou a seguinte afirmação: vejam o que eu roubei ali no posto, nos mostrando um litro de óleo para motor, fiquei preocupado, João me pediu para não ficar dizendo aonde o carro estava, queríamos sair dali o quanto antes, pegamos outro táxi e o ar de preocupação tomou conta de nós. Um misto de medo, receio e porque não pré-julgamento nos assolou.
-João cade o carro? Interpelei-o, pois não o via, vi apenas um espaço vazio.
-Calma, esta ali na frente, repondeu-me, aliviado.
Trocamos novamente o pneu e ele me olhou e disse, vá para casa e eu claro não podia fazer aquilo com ele, que deixou de está no conforto de seu lar, para passar ao meu lado essas duas horas e meia de tensão, de alta-tensão. Ele então me sorriu e deixei-o em casa.
Ao retornar para minha casa o sentimento que me tomou foi de gratidão a Deus por ter passado tudo isso, mas ter ao lado um amigo, alguém que na sua generosiadade esteve comigo neste momento. E eu vos pergunto: quantas vezez conseguimos preceber que mesmo nas dificuldades Deus nos envia seus protetores para nos auxiliar o equilíbrio. E ai mergulhados no momento adverso não os reparamos e sofremos mais e mais e os culpamos também por nossas próprias culpas. Reflitamos.

Abraços fraternos

Tullius Aguiar

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